No episódio “O passado explica Portugal?”, recuamos no tempo para compreender as raízes profundas das assimetrias de produtividade entre as nações. Em conversa com o historiador André Canhoto Costa, exploramos como a prosperidade de um país não depende apenas de métricas imediatas ou de ferramentas tecnológicas, mas sim da solidez das suas instituições, da eficiência do sistema fiscal e da capacidade de criar regras do jogo que incentivem a cooperação e a confiança social.
Ao longo do episódio, analisamos o peso histórico da escassez de capital e do medo do risco que continuam a travar a inovação em Portugal, sublinhando a importância da cultura científica e do conhecimento denso e demorado para não ficarmos reféns do imediatismo da era digital.